Postagens

Aula 31 - Ferramentas de Apoio ao Desenvolvimento e Gestão de Websites

Imagem
As ferramentas que fornecem apoio automatizado para as atividades do ciclo de vida de software são conhecidas como ferramentas CASE (Computer-Aided Software Engineering). Em projetos de websites, elas são fundamentais para aumentar a produtividade e a qualidade, permitindo que as informações criadas em uma etapa (como a análise) sejam aproveitadas nas etapas seguintes (como a codificação). Essas ferramentas são classificadas de acordo com a fase do projeto em que atuam. As ferramentas Front-end ou Upper CASE apoiam as etapas iniciais de planejamento, análise e projeto, permitindo inclusive a criação de protótipos para simulação do sistema junto ao cliente. Já as ferramentas Back-end ou Lower CASE focam na parte física da construção, auxiliando na codificação, nos testes e na manutenção da aplicação. Quando uma ferramenta cobre todo o ciclo de desenvolvimento, ela é denominada I-CASE ou Integrated CASE. Para o desenvolvimento propriamente dito, os profissionais utilizam Ambientes de Des...

Aula 30 - Sistemas de Gerenciamento de Projetos Disponíveis no Mercado

Imagem
O sucesso na condução de projetos de TI depende diretamente do uso de ferramentas que auxiliem o gestor a planejar, monitorar e controlar as diversas variáveis do ciclo de vida. As ferramentas CASE (Computer-Aided Software Engineering) integradas fornecem apoio automatizado para a gestão de requisitos, estimativa de custos e acompanhamento do progresso. Atualmente, o mercado oferece uma vasta gama de softwares que facilitam a aplicação das melhores práticas de mercado, como as sugeridas pelo Guia PMBOK. Para o planejamento e programação de tarefas, destacam-se ferramentas como o Microsoft Project e o dotProject, que permitem a criação de Estruturas Analíticas de Projeto (EAP) e Gráficos de Gantt para visualização do caminho crítico e de marcos (milestones). Já para o gerenciamento ágil e o controle de mudanças em equipes distribuídas, plataformas como Jira e Trello são amplamente adotadas por sua capacidade de gerenciar backlogs de produtos e fluxos de trabalho colaborativos. Além do c...

Aula 29 - Desenvolvimento e Estruturação de Bancos de Dados

Imagem
A estruturação de um banco de dados é o processo técnico de implementar os modelos definidos na fase de análise em um ambiente de produção real. Isso exige o uso de Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados (SGBD), que são softwares responsáveis por garantir a integridade, o controle de acesso e a segurança das informações armazenadas. O desenvolvimento de um banco sólido deve seguir a lógica relacional, organizando os dados em tabelas compostas por linhas e colunas, onde as relações são mantidas através de chaves únicas. Nesta etapa, a normalização torna-se a principal ferramenta de qualidade, permitindo que o desenvolvedor organize os dados de forma a minimizar anomalias de atualização e duplicidade de informação. Além da estrutura lógica, o profissional deve focar no gerenciamento de acessos, garantindo que apenas usuários autorizados possam visualizar ou modificar dados críticos, mantendo assim a confidencialidade exigida pelas normas de segurança da informação. A evolução contínua...

Aula 28 - Técnicas de Modelagem de Dados para Projetos Web

Imagem
A modelagem de dados é a técnica de organizar as informações de um sistema de forma lógica e estruturada para garantir que o banco de dados suporte as necessidades do negócio. Em projetos para internet, esse processo é essencial para definir os requisitos de dados que fundamentarão o desenvolvimento do site. A modelagem é tipicamente realizada em três níveis de abstração crescentes: conceitual, lógico e físico. A modelagem conceitual é a representação de alto nível das informações, focada em envolver o cliente e discutir as regras de negócio sem se preocupar com detalhes tecnológicos. Utiliza ferramentas como o  Diagrama de Entidade-Relacionamento (DER) para mostrar os objetos de dados e as relações entre eles.  Já a modelagem lógica traduz o modelo conceitual para uma estrutura técnica mais detalhada, incorporando chaves primárias, estrangeiras e aplicando a normalização para evitar redundâncias. Por fim, a modelagem física demonstra como esses dados serão efetivamente armaze...

Aula 27 - Integração Teórica entre Site e Banco de Dados

Imagem
A integração entre a interface de um website e sua camada de persistência de dados é o coração dos sistemas web dinâmicos. Teoricamente, essa conexão baseia-se no modelo de programação cliente-servidor, onde o navegador (cliente) solicita informações que são processadas por um servidor web, o qual interage com um Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) para recuperar ou armazenar dados. Compreender essa arquitetura é vital para garantir que o sistema não apenas apresente informações, mas gerencie transações seguras e íntegras. Durante a fase de análise e projeto, o profissional de TI deve planejar como os requisitos funcionais serão traduzidos em chamadas de banco de dados eficientes. Isso envolve a utilização de conceitos de Engenharia de Software, como a modelagem UML, para representar as interações entre os objetos da aplicação e as entidades do banco. A integração técnica deve prever aspectos de segurança de acesso e a consistência das informações em ambientes onde múltiplos u...

Aula 26 - Fluxogramas de Processo Aplicados ao Desenvolvimento de Software

Imagem
O desenvolvimento de sistemas modernos exige uma compreensão clara de como a informação flui através das diversas camadas da aplicação. O Diagrama de Fluxo de Dados (DFD) é uma ferramenta de modelagem fundamental na análise estruturada, utilizada para representar graficamente os processos de um sistema, as interfaces entre eles e os componentes que o integram.  Ao contrário de um código-fonte, que foca na implementação, o fluxograma de processo preocupa-se em descrever o comportamento lógico do software, facilitando a comunicação entre a equipe técnica e o cliente antes do início da construção física. Na prática da Engenharia de Software, os fluxogramas permitem a decomposição ou refinamento progressivo do sistema em níveis cada vez mais detalhados. Isso é essencial para que o analista possa identificar inconsistências nos requisitos originais e garantir que cada transformação de dado esteja devidamente mapeada. Um DFD bem elaborado serve como ponto focal para a revisão técnica, s...

Aula 25 - Acompanhamento do Cronograma Físico-Financeiro

Imagem
O acompanhamento do cronograma físico-financeiro é a atividade crítica de monitoramento que integra o progresso técnico das entregas (físico) com o consumo dos recursos orçamentários (financeiro). Este processo permite ao gerente de projeto visualizar se o valor investido até o momento é proporcional ao software que foi efetivamente construído e validado. Em Engenharia de Software, onde o produto é intangível, esta integração é essencial para dar visibilidade real sobre a saúde econômica do projeto. Para realizar este acompanhamento, o analista utiliza relatórios de desempenho que comparam a linha de base (baseline) aprovada com a execução real. Medidas básicas, como horas trabalhadas e despesas materiais incorridas, são confrontadas com os marcos de entrega técnica definidos no cronograma. Se o projeto consumiu 80% do orçamento mas entregou apenas 40% das funcionalidades planejadas, identifica-se um desvio grave que exige intervenção imediata para evitar o cancelamento ou a falência d...