Aula 10 - Divisão e Subdivisão do Trabalho em Projetos
Uma vez definido o escopo, o próximo passo crítico é a organização do trabalho através da sua divisão e subdivisão. Projetos de sistemas para internet podem ser extremamente complexos, e tentar gerenciar o todo sem dividi-lo em partes menores é uma receita para o caos. A técnica principal utilizada para essa organização é a criação da EAP (Estrutura Analítica do Projeto), também conhecida pela sigla em inglês WBS (Work Breakdown Structure). A EAP é uma decomposição hierárquica orientada às entregas do trabalho a ser executado pela equipe.
A divisão do trabalho começa no nível mais alto, que é o próprio projeto, e vai sendo subdividida em pacotes de trabalho menores e mais manejáveis. Por exemplo, em um projeto de site dinâmico, as divisões principais podem ser: Interface (Frontend), Lógica de Negócio (Backend), Banco de Dados e Documentação. Cada uma dessas áreas é então subdividida; o Banco de Dados pode ser quebrado em Modelagem, Criação de Tabelas e Scripts de Integração. Essa granularidade permite que o analista estime prazos e custos com muito mais precisão.
Subdividir o trabalho facilita a atribuição de responsabilidades. Em uma equipe de TI, diferentes perfis profissionais assumem diferentes partes da EAP. Enquanto um Web Designer foca na interface, um DBA (Administrador de Banco de Dados) foca na estruturação dos dados. Essa especialização, coordenada por uma estrutura lógica, aumenta a produtividade e a qualidade, pois cada especialista atua dentro da sua área de maior competência, seguindo as diretrizes do projeto global.
Além da organização técnica, a subdivisão do trabalho é essencial para o acompanhamento e controle. É muito mais fácil verificar se uma tarefa de "Criação da tela de login" foi concluída do que verificar se "20% do site" está pronto. Cada elemento da EAP deve ter um resultado tangível e verificável. Isso permite a criação de cronogramas de atividades realistas e facilita a identificação de gargalos antes que eles comprometam o prazo final do projeto.
Concluindo, a divisão e subdivisão do trabalho transformam um escopo abrangente em uma lista de tarefas executáveis e monitoráveis. É através da EAP que o gerenciamento de projetos ganha tração técnica, permitindo o dimensionamento correto de recursos necessários e a identificação de fontes de recursos para cada fase. Sem essa decomposição, o analista perde a visibilidade sobre a complexidade real do sistema, o que quase sempre leva a falhas na execução e nos resultados obtidos.
A divisão do trabalho começa no nível mais alto, que é o próprio projeto, e vai sendo subdividida em pacotes de trabalho menores e mais manejáveis. Por exemplo, em um projeto de site dinâmico, as divisões principais podem ser: Interface (Frontend), Lógica de Negócio (Backend), Banco de Dados e Documentação. Cada uma dessas áreas é então subdividida; o Banco de Dados pode ser quebrado em Modelagem, Criação de Tabelas e Scripts de Integração. Essa granularidade permite que o analista estime prazos e custos com muito mais precisão.
Subdividir o trabalho facilita a atribuição de responsabilidades. Em uma equipe de TI, diferentes perfis profissionais assumem diferentes partes da EAP. Enquanto um Web Designer foca na interface, um DBA (Administrador de Banco de Dados) foca na estruturação dos dados. Essa especialização, coordenada por uma estrutura lógica, aumenta a produtividade e a qualidade, pois cada especialista atua dentro da sua área de maior competência, seguindo as diretrizes do projeto global.
Além da organização técnica, a subdivisão do trabalho é essencial para o acompanhamento e controle. É muito mais fácil verificar se uma tarefa de "Criação da tela de login" foi concluída do que verificar se "20% do site" está pronto. Cada elemento da EAP deve ter um resultado tangível e verificável. Isso permite a criação de cronogramas de atividades realistas e facilita a identificação de gargalos antes que eles comprometam o prazo final do projeto.
Concluindo, a divisão e subdivisão do trabalho transformam um escopo abrangente em uma lista de tarefas executáveis e monitoráveis. É através da EAP que o gerenciamento de projetos ganha tração técnica, permitindo o dimensionamento correto de recursos necessários e a identificação de fontes de recursos para cada fase. Sem essa decomposição, o analista perde a visibilidade sobre a complexidade real do sistema, o que quase sempre leva a falhas na execução e nos resultados obtidos.
ATIVIDADE DE FIXAÇÃO (TURMA 01)
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